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jueves, 28 de agosto de 2014

CONVOCAÇÃO GERAL! ACORDA DE UMA VEZ "GIGANTE COVARDE"!!!

Estranho... o povo saiu às ruas usando uns poucos centavos como pretexto para algo muito maior... e agora que milhóes destes centavos estão arebentando pelas costuras, cuecas, malas, contas em outros países... todo mundo fica em casa, calado, assistindo a novela das oito?

Hoje estes senhores que des-governam cada vez mais esta republiketa banarera ensaiam mais um novo golpe contra a moral publica e ninguém se importa?

ÁS RUAS TODO MUNDO!

Acho que já deu o que tinha de dar...

Pense! Chore!


Sudamericanismos em Campanha; VOTE DIREITO!



STF envia ao Congresso projeto que aumenta o salário dos ministros em 22%

Proposta prevê salário de R$ 35.919; o atual valor é de R$ 29.462
BRASÍLIA — Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram nesta quinta-feira o envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional aumentando o salário deles mesmos. O salário de ministro do Supremo corresponde ao teto do funcionalismo público e está fixado em R$ 29.462 desde dezembro deste ano. Segundo a proposta, o novo valor é de R$ 35.919. Se os parlamentares concordarem, o novo salário será pago a partir de janeiro de 2015. O aumento é de 22%. Em justificativa apresentada pelo presidente do tribunal, ministro Ricardo Lewandowski, o valor corresponde às perdas inflacionárias no período de 2009 a 2013.

Leia toda a materia em: http://oglobo.globo.com/brasil/stf-envia-ao-congresso-projeto-que-aumenta-salario-dos-ministros-em-22-13760203

Enquanto isso o governo lança migalhas de R$ 56, 00 de aumento no salário mínimo!!!!

Estão passando a regua em tudo que podem. E nós, brasileiros, assistindo a tudo sem fazer nada...
Honestamente me dá asco ter de conviver com gente tão leniente... que inveja (positiva) de nossos hermanos que param o país para dizer basta. Nós aqui, com uma cerveja, um bolsa-qualquer-coisa, uma bunda e uma bola estamos contentes... E ainda tem brasileiro que arrota "os argentinos são isso-e-aquilo"
Estao dando de dez a zero em nossa alienada nação tupiniquim-falida-e-fodida...

domingo, 17 de agosto de 2014

M. C. Escher - One of my fave great work from the master of perspective!

Maurits Cornelis Escher (1898-1972) is one of the world's most famous graphic artists. His art is enjoyed by millions of people all over the world, as can be seen on the many web sites on the internet.
But he also made some wonderful, more realistic work during the time he lived and traveled in Italy.
Castrovalva for example, where one already can see Escher's fascination for high and low, close by and far away. The lithograph Atrani, a small town on the Amalfi Coast was made in 1931, but comes back for example, in his masterpiece Metamorphosis I and II.
M.C. Escher, during his lifetime, made 448 lithographs, woodcuts and wood engravings and over 2000 drawings and sketches. Like some of his famous predecessors, - Michelangelo, Leonardo da Vinci, Dürer and Holbein-, M.C. Escher was left-handed.
Apart from being a graphic artist, M.C. Escher illustrated books, designed tapestries, postage stamps and murals. He was born in Leeuwarden, the Netherlands, as the fourth and youngest son of a civil engineer. After 5 years the family moved to Arnhem where Escher spent most of his youth. After failing his high school exams, Maurits ultimately was enrolled in the School for Architecture and Decorative Arts in Haarlem.
Check it out at: http://www.mcescher.com/about/

NAO AO JEITINHO - ESSE MAL QUE APODRECE ESTE PAISECO EM QUE VIVEMOS...

A lei do jeitinho brasileiro

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Fonte: http://jus.com.br/artigos/29642/a-lei-do-jeitinho-brasileiro
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O “jeitinho”, a pechincha, a lábia, a ginga, as manobras políticas e os “favores” são a porta de entrada da corrupção.
“A cabeça do brasileiro”, lançado em 2007 pelo sociólogo e cientista político Alberto Carlos Almeida, é, tomando as palavras do próprio autor, “um teste quantitativo da antropologia de Roberto DaMatta”. A obra nos revela que pessoas de escolaridade baixa têm menos propensão a expressar os valores democráticos e igualitários, enquanto que “Pessoas mais educadas tendem a se afastar da autoridade superior e rejeitar as relações sociais verticais, em benefício de relações de poder mais horizontais” Seu trabalho e suas conclusões se realizaram através da aplicação de 2.363 entrevistas feitas nas cinco regiões do país, cujos questionários foram confeccionados a partir da teoria antropológica de DaMatta. Os temas investigados na pesquisa e apresentados nos 11 capítulos do seu livro variam entre racismo, jeitinho, hierarquia, relações parentais, sexualidade, a presença do Estado, o público e a lei na sociedade brasileira. Entre outras observações, concluiu que quanto menor o grau de instrução dos entrevistados, maior o índice de aprovação da quebra das regras sociais patrocinadas pelo “jeitinho brasileiro”. “Entre esta população de baixa escolaridade, há também uma tendência em mostrar-se tolerante com a corrupção”, afirma o autor. O ponto que gerou polêmica em seu trabalho se dá pelo fato de que sua pesquisa retira o véu religioso, que no Brasil encobre o discurso acerca da pobreza e dos menos instruídos. Tradicionalmente, o governo e a Igreja sempre se encarregaram de “cuidar” dos pobres e dos analfabetos. Sobre eles, historicamente foi depositada, uma película de comiseração ideológica acerca de qualquer crítica que por acaso se pudesse fazer aos pobres ou iletrados. Outro aspecto impactante da pesquisa é a revelação de que a escolaridade baixa é a causa principal dos problemas brasileiros, num país (a observação não é do autor) onde o seu presidente se orgulhava em 2009 de não ter precisado de diploma para chegar à presidência. Para o autor, “É a educação que comanda a mentalidade”. A pesquisa mostra que a população de baixa escolaridade tende a aprovar mais a censura e a intervenção do Estado, entre outras coisas. Por exemplo, 17% da população aprovam o nepotismo nos cargos públicos. Também tem um índice maior de aprovação no que se refere ao tão famoso “jeitinho brasileiro”. As práticas sociais da população se agravam mais ainda, porque o “jeitinho”, da pechincha, da lábia, da ginga, das manobras políticas e dos “favores”, acaba sendo ele, a porta de entrada da corrupção. Mas, tragicamente, a pesquisa revela que, “o favor ainda é concebido pela população como algo legítimo na esfera pública”. Basta o leitor ouvir dos nossos políticos o número de vezes que estes se utilizam da palavra “negociação” quando deveriam se referir à palavra “discussão”. É sabido que o favor e o jeitinho sempre foram as práticas políticas mais convencionais da nossa história passada. Porém, daquela sala de visitas, a política brasileira passou definitivamente para o âmbito seguinte: o espaço das negociações. Lugar onde se fazem negócios. Transformaram a política em compras e vendas de votos, projetos e medidas provisórias. Vimos esta passagem com o escândalo e posterior condenação em 2013, dos “mensaleiros”. Sequer as pessoas se dão conta do significado trágico de que o jeitinho brasileiro, forma amável e carinhosa da identidade nacional é a porta de entrada para a corrupção. Perguntaria ao leitor, esclarecido, se este tipo de política, feita na Casa do Povo entre parentes, amigos e amantes, é, ”jeitinho”, é um favor ou uma forma corrupta de se fazer política? 

A HISTÓRIA DO JEITINHO BRASILEIRO

Em 1946 quando o médico húngaro Peter Kellemen veio morar no Brasil, procurou o consulado geral. O cônsul José de Magalhães e Albuquerque, deliberadamente resolveu colocar em seus documentos que Kellemen era agrônomo e não médico, pois sabia que “as besteiras sem importâncias” (as leis) impediriam o visto caso ele não modificasse a profissão do viajante. Foi assim que ficou oficialmente registrada na obra do próprio Kellemen, “Brasil para principiantes”, a primeira prática  do jeitinho brasileiro como podemos observar nas palavras do autor: “...acabara de falar com dois representantes do povo, onde as leis são reinterpretadas, onde funcionários pequenos ou poderosos criam suas próprias jurisprudências” (Kellemen, 1961; p.11)
O seu registro histórico e oficial, data desta época, porém a sua dicionarização ocorreu somente em 1982, no Novo Dicionário de termos e expressões de Tomé Cabral, publicado em Fortaleza e que incorporou a expressão “dar um jeitinho”, como sinônimo de facilitar algo difícil de ser executado. Em 1983, no Dicionário do Brasil Central, de Ortência Bariane, o termo jeitinho adquire autonomia e aparece isolado do verbo dar. “Pela primeira vez a idéia do jeitinho usado como elemento definidor do Brasil e dos brasileiros, como elemento de identidade social” (Barbosa, 2006; p. 184). No entanto, nos anos 50, os jornais, as rádios, revistas, músicas e a televisão difundiram de forma crescente a expressão. Até esta data, jeito se escrevia com “g”. A partir da modificação para o “j”, o jeito, expressão impessoal e universal, se torna afetiva, relacional e particular quando adquire sua forma diminutiva e carinhosa de “jeitinho”.
O jeitinho, entendido pelos brasileiros, é uma categoria intermediária que se situa entre a honestidade e a marginalidade, pois é justamente este o lugar do malandro, o “profissional do jeitinho”. Nos Estados Unidos, França ou Inglaterra, as fronteiras entre a transgressão da lei e sua obediência são claramente definidas pela população e governantes. No Brasil, existe uma lacuna, uma zona cinzenta entre o que é legal e do que é ilegal. Neste lugar as regras e as leis são relativas, porque podem valer ou não, dependendo de que contexto ela se encontra e, sobretudo “quem” são os atores sociais envolvidos nas negociações deste contexto. Desta brecha que relativiza a lei e as regras é que nasce a difundida expressão popular “Na vida, só não há jeito para a morte” (Barbosa, 2006; p. 47). O jeitinho é o elo entre o proibido e o permitido. Liga o impessoal ao pessoal e torna o que era público em privado. O jeitinho transforma a burocracia, as regras e a impessoalidade da lei, em simpatia, afeto e relações tremendamente personalistas. Diga-se de passagem, por este motivo que brasileiro valoriza tanto seus parentes e amigos, colocando-os sempre acima da lei. É pouco provável que entregássemos à justiça um amigo ou um irmão, por mais que tivessem cometido um crime grave. Brasileiro procura encurtar relações com estranhos. Talvez por isto que em 2010 Lula em visita à África, tenha chamado o ditador e assassino Muamar Gadaffi de “meu amigo”. Mais suspeito ainda foi a sua justificativa, quando indagado pela a imprensa: “não pode haver preconceitos contra ditadores”, afirmou o então carismático presidente. Com muita facilidade elegemos à condição de amigos, pessoas que acabamos de conhecer. Expressões socialmente difundidas, como por exemplo, “tio”,  retratam a intimidade parental com a qual valorizamos tudo que é familiar. Além de outras linguagens metafóricas que retratam nossa efêmera cordialidade: “Querida”, “amiga”, “parceiro”, “simpatia”, “companheiro”, “meu chapa”, “meu irmão”, “mano”, “compadre” ou ainda “amigão”, revelam a intensa necessidade de tornar o impessoal em personalismo e o estranho, em familiar. Em 2009, o medieval Conselho de Ética da Câmara  absolveu o ex corregedor  (aquele que exerce a função de corrigir) da Câmara Federal, Edmar Moreira. Qual era a acusação? Edmar sonegou impostos e se tornou famoso por possuir a réplica de um castelo da idade média, avaliado em 25 milhões de reais. Também se tornou notório pela afirmação que ressalta a importância do “fogo amigo” nas horas de apuro. Disse o nobre corregedor: “Os deputados têm o vício insanável da amizade”. Já em 1923, observações acerca desta forma de fazer política no Brasil eram reveladas nas palavras de Oliveira Vianna: “Pode-se negar tudo, menos um pedido de um amigo”.
Se de um lado, estas metáforas retratam uma sociedade profundamente relacional que se utiliza da simpatia e do jeitinho para conquistar espaços, do outro lado, expressões como “xerife”, “campeão”,”dotô”, “chefia”,“ diretoria” revelam a tremenda hierarquia da sociedade brasileira. Convém reafirmar mais uma vez que o jeitinho brasileiro não é apenas uma prática dos mais desfavorecidos para subir na escada da hierarquia. Tanto quem está embaixo quanto quem se encontra no topo da pirâmide social enxergam o jeitinho brasileiro como um valor nacional. Tributo da nossa esperteza personalista e da capacidade histórica de levar vantagens em tudo.
Na pesquisa de (Almeida, 2007) observa-se que ao apresentar uma dada situação para que os entrevistados respondam se, trata-se de “favor”, “jeitinho” ou “corrupção” o pesquisador conclui que uma grande parcela dos brasileiros não tem a concepção diferencial daquilo que é corrupção e do que é jeitinho. Por exemplo. “Passar uma conversa em um guarda para ele não aplicar uma multa”. Embora 53% tenham respondido “corrupção”, 6% viram neste ato um “favor” e 41% traduziram esta atitude como “jeitinho”. Como vimos anteriormente, há também nuances do jeitinho. Desde o “jeitinho positivo” ou o “bom jeitinho brasileiro”, até o “jeitinho” que em (Almeida, 2007) é sempre negativo. Por exemplo, dar “gorjeta” ao garçom para não esperar na fila do restaurante é um ato de corrupção. No entanto ele não é considerado de todo nocivo, especialmente porque transformamos o dinheiro da propina em “gorjeta”, da mesma forma que concebemos a corrupção como jeitinho para que possamos atestar um álibi para sua prática. Isto nos permitiria dizer que a população utiliza de “técnicas de neutralização” para justificar seus atos. Um mecanismo de defesa que permite ao ladrão pensar que este não furtou um carro, mas que o tomou temporariamente por “empréstimo”. Não seria esta a mesma lógica que norteou representantes do PT elaborarem um ato de repúdio ao presidente do STJ em 2013? Não estariam mergulhados na mesma lógica aqueles que querem que a população acredite que os mensaleiros são presos políticos? 
Afinal o que seria preciso acontecer para que um ato pudesse ser  caracterizado como um comportamento desviante? Como visualizar o jeitinho  com outros olhares? . Para o sociólogo Howard Becker, um ato será considerado desvio apenas se a opinião pública assim o considerar. É necessário uma “acusação pública” que reconheça a ação como ilegítima. Se “todo mundo faz”, as chances de concebermos este fazer como transgressão são mínimas. Mas se a opinião pública mudar a forma de entender o ato, este será transportado para outra categoria de valor. Por esta razão, se alguém pretende desencadear uma campanha ética sobre o jeitinho brasileiro e sobre a corrupção, será necessário antes, convencer um contingente significativo de pessoas, grupos e instituições a mudarem de opinião.  “Deste ponto de vista o desvio não é uma qualidade do ato que a pessoa comete, mas uma conseqüência da aplicação por outras pessoas de regras e sanções a um transgressor... Já que o desvio é, entre outras coisas, uma conseqüência das respostas de outros” (Becker,1977 ;60)

CONSIDERAÇÕES FINAIS: PROPOSTA PARA UMA AÇÃO COLETIVA

Gnoato (2007 não publicado) confeccionou uma Pesquisa Dirigida (Minayo, 2000) e entrevistou mil e cinqüenta e nove universitários que responderam ao mesmo questionário da pesquisa de (Almeida,2007). O objetivo do questionário foi avaliar como estudantes universitários de Curitiba faziam a distinção entre o que é favor, o que é jeitinho e o que consideraram como corrupção. Resolvemos repetir o questionário com uma amostra de pessoas com formação superior, porque a conclusão do trabalho de Almeida levou-o a afirmar que quanto maior o grau de instrução das pessoas, maior é o grau de rejeição ao jeitinho. Também concluiu que na região sul do Brasil o jeitinho teria mais rejeição do que nas outras regiões. Isto levou-nos ao seguinte questionamento. Na Curitiba “europeia”, “cidade modelo”, “capital ecológica e social”, no sul do Brasil com uma amostra de estudantes universitários em Ciências Sociais e Humanas,  o jeitinho e a corrupção seriam rejeitados? As respostas dos entrevistadores foram comparadas com as respostas dadas pelos entrevistados da pesquisa nacional feita pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida. Uma análise mais apurada sobre as comparações mereceria um capítulo à parte neste trabalho, mas pudemos concluir que as diferenças entre as respostas foram de pouca relevância frente ao que se imaginava obter de uma amostra acadêmica. O grau de instrução pode ser um indicativo de rejeição ao jeitinho, mas quantitativamente inexpressivo. Isto nos permitiria afirmar que o jeitinho brasileiro pertenceria muito mais ao nosso sistema de crenças do que a uma compreensão lógica e intelectualizada de uma razão ética. Estamos inclinados a conceber que  a educação formal  conduziria sim, em parte, à ressignificação da noção do jeitinho brasileiro, mas a nossa tradição histórico-cultural, transmitida pelos laços de afeto e de sangue conduziram com mais eficácia , o nosso irreflexivo cotidiano do que a lógica e a consciência pudesse nos conduzir  a uma razão ética. Isto porque consideramos que a relação que nós brasileiros temos com o jeitinho, até então foi mais vital do que intelectual. Entendemos que a nova juventude, distante das nossas raízes históricas possa abraçar uma causa menos familiar do que a casa, os parentes e os amigos.    

PODEMOS DAR UM JEITO NO JEITINHO?

                          A partir destes dados, iniciou-se em 2008 uma campanha crítica e reflexiva sobre o jeitinho brasileiro em três instituições de ensino superior de Curitiba. Durante este ano e o ano seguinte, realizou-se um ciclo de debates no meio acadêmico e a confecção de camisetas com o seguinte apelo: “Se você não é malandro e nem otário vista esta camisa”. Em 2012 com o auxílio de estudantes universitários ampliamos a amostra da pesquisa e ressignificamos o apelo publicitário confeccionando adesivos com uma nova chamada: “Jeitinho é Corrupção”. Aproximamos o jeitinho da corrupção considerando que a prática do jeitinho é a porta de entrada da corrupção (Almeida, 2007; Gnoato, 2007 pesquisa não publicada). Esta proposta foi apresentada no Programa Light News da rádio Transamérica FM 95.1. Sua versão anterior havia sido apresentada em 2007 na TV Educativa e Rádio 91 Rock. FM. Nesta data também organizamos um Fórum de debate sobre o jeitinho brasileiro com a presença do antropólogo Roberto DaMatta e do sociólogo Alberto Carlos Almeida na cidade de Curitiba. Em 2012, o “Jeitinho é Corrupção” foi apresentado à Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná e Instituições de Ensino médio e superior através de ciclos de palestras e também presente nas passeatas realizadas em Curitiba. A aprovação da população sobre o adesivo “Jeitinho é Corrupção” foi muito significativa. No entanto, o engajamento prático ou apoio e, sobretudo patrocínio para uma ação mais eficaz foi insignificante. Compreendemos que a partir de 2013, com os jovens indignados que migraram da casa para a rua em protesto, com a condenação dos mensaleiros. Com a dispersão do dinheiro público nos estádios para a Copa do Mundo, as eleições vislumbradas à nossa frente, em 2016; queremos e devemos crer na mudança. Esperamos a vinda de novos  heróis,  antes que o jeitinho venha a fazer parte das 20 mil leis inconstitucionais catalogadas atualmente no Brasil.

VAMOS ELEGER QUALQUER OUTRO PARTIDO.


VIDA PRATICA: COMO CONVIVER COM IDIOTAS


Conselhos praticos para aqueles que, como eu, tem de passar boa parte do seu tempo cercado por idiotas de todos os calibres.

Criado por LH Almeida e 1 outro
Você os vê parados na sua frente no mercado. Talvez você tenha topado com eles no trabalho, na escola -- ou pior de tudo, na sua família! Eles são... idiotas. E infelizmente, eles estão em todos os lugares. Mas isso não significa que você deve deixá-los irritarem você ou ficar horas frustrado pela completa falta de capacidade deles em serem humanos racionais e entenderem as coisas. Nem sempre dá pra ignorá-los, mas você pode encontrar um meio efetivo e menos arrasador de lidar com eles. Bem, como você realmente faz isso? Continue a ler e descubra.

Parte 1 de 3: Ajustando sua Perspectiva

  1. 1
    Diminua seu padrão de exigência. Isso é difícil, mas muito importante. Parte da razão de você se frustrar constantemente com a estupidez alheia é porque você espera que todo mundo seja tão esperto quanto você, seus melhores amigos ou as pessoas que você mais respeita. Entretanto, como diz o ditado "O mundo precisa de todos os tipos de pessoas" -- e isso inclui os estúpidos! Lembre-se de que a pessoa "média" não vai atender às suas altas expectativas de como alguém deve pensar e agir, e diminua seu padrão de exigências de acordo com isso.
    • Se você não espera que as pessoas sejam inteligentes e respeitosas, então você será positivamente surpreendido quando elas são, ao invés de ficar constantemente decepcionado com sua falta de capacidade.
  2. 2
    Entenda que eles podem não ter tido as mesmas vantagens que você. Uma das razões por você ser tão inteligente é que você veio de um lar amoroso, teve ou tem uma boa educação, e que você não teve que passar tempo demais tomando conta de pessoas da sua família, trabalhando meio-período enquanto estudava ou teve outras responsabilidades que impediam você de passar tanto tempo trabalhando na sua inteligência. Quando alguém idiota frustra você, apenas se pergunte se a pessoa teve todas as oportunidades que você teve -- na maior parte das vezes, você verá que este não é o caso.
    • Lembre-se de tratar cada pessoa de forma individual, para diminuir suas frustrações, já que vai constantemente se perguntar por que essa pessoa não age como você.
  3. 3
    Entenda que você não conseguirá mudar suas mentes. Isso é outro ponto importante antes de você se irritar com idiotas. Você pode pensar que a razão ou os fatos vão vencer o tempo todo, e aquela pessoa estúpida vai sair da conversa pensando "Uau, nunca pensei nisso desse jeito..." depois que você der e a ele ou ela uma boa dose de lógica. Isso dificilmente vai acontecer; se uma pessoa é idiota, então ele ou ela vai ver as coisas da uma forma sempre diferente.
    • Se você entender que, por mais que você tenha opiniões bem válidas e razoáveis, você não vai convencer idiota do seu ponto de vista com facilidade, você vai parar de tentar. E se parar de tentar fazer um idiota ver seu ponto de vista, então você terá uma probabilidade menor de ficar frustrado.
    • Lembre-se de que seu objetivo não é fazer o idiota concordar com você; é manter-se calmo e são enquanto lida com ele ou ela.
  4. 4
    Não julgue um peixe por sua habilidade de subir em uma árvore. Como Albert Einstein disse uma vez, "Todo mundo é um gênio. Mas se você julgar um peixe por sua habilidade de subir em uma árvore, ele vai passar a vida toda acreditando que é estúpido." Isso significa que você deve considerar o fato de que a pessoa com quem você fala não seja realmente burra, apenas o é em uma ou duas áreas nas quais você gostaria que ela fosse inteligente. A garota na sua sala de matemática que não consegue somar pode ser uma excelente poetisa; o cara que não consegue acertar no seu pedido num café pode ser um ótimo músico. Pare de pensar que só há uma forma de ser inteligente ou burro, e você começará a ver que as pessoas são mais capazes do que você pensa.
    • Pense nisso: se as pessoas só podem ser inteligentes ou burras de uma forma, então deve haver pessoas por aí que pensam que VOCÊ não é muito esperto. E isso não é verdade, certo?
  5. 5
    Tente ver qualquer situação por outra perspectiva. Outra forma de mudar sua abordagem em relação a pessoas burra é considerar a situação pelo ponto de vista delas. Claro, você pode pensar que só há uma forma de ver a questão da liberação da maconha, ou que apenas você pode estar certo em relação a ser vegetariano, mas antes de você se exaltar, certifique-se de que você tem uma boa noção dos argumentos do outro lado, e tente ver que realmente pode haver outro lado da história.
    • Além disso, ver as origens da pessoa pode ajudá-lo a entender sua visão de mundo -- se ela cresceu em uma cidade pequena do interior, enquanto você cresceu numa grande cidade, então vocês não vão ter o mesmo ponto de vista sobre as coisas.
  6. 6
    Arme-se de conhecimento. Conhecimento é poder. Especialmente quando você está lidando com pessoas que não o tem. Se você quer lidar com uma pessoa burra, a melhor forma de se fazer isso é apresentar os fatos de forma clara e simples. Leia tanto quanto puder sobre o assunto, ouça a podcasts, assista às notícias, leia artigos, e certifique-se de que você tem uma boa noção de um conceito antes de começar a falar sobre ele. Quanto mais fatos, estatísticas e argumentos você conhecer, mas fácil será de calar a boca de uma pessoa estúpida.

    • Por mais que seu objetivo não precise necessariamente ser provar que você está certo ao falar com uma pessoa burra (qual o sentido em fazer isso?), quanto mais a pessoa vir que você sabe sobre o assunto, menor será a probabilidade de ela querer continuar a discussão.

Parte 2 de 3: Sendo Inteligente

  1. 1
    Evite tópicos polêmicos. Se você quer lidar com uma pessoa burra neste momento, a melhor coisa a se fazer é evitar falar sobre qualquer coisa que possa deixá-las irritadas, chateadas ou fazê-las iniciarem uma cruzada para provar que você está errado. Se você sabe que a pessoa é estúpida e tem opiniões estúpidas, então por que perder seu tempo falando sobre algo sério -- que pode significar muito pra você? Apenas fale sobre amenidades, ("Oi, como vai você? Será que vai chover?") se tiver que conviver com a pessoa diariamente, não perca tempo entrando em tópicos que gerarão polêmica.
    • Mesmo se você sabe que essa pessoa tem opiniões estúpidas sobre um tópico controverso e você quer apenas "pegá-lo", resista à tentação. Não vale a pena -- nem pra você, nem pra sua pressão sanguínea.
  2. 2
    Mate todos com simpatia. Se uma pessoa está agindo de forma excepcionalmente estúpida, provavelmente a última coisa na qual você pensa é em ser simpático com ela. O que é a razão principal para você agir com a maior simpatia possível. Se você é tão simpático quanto possível, seu comportamento irá desarmar e possivelmente confundir a pessoa burra, deixando-a com pouca coisa a fazer, a não ser retribuir a simpatia e parar de ser tão estúpida. Se você é rude, condescendente ou mesmo mau, isso irá encorajar a pessoa a continuar sendo tão burra quanto uma porta. Respire fundo e seja legal, não importa o quão difícil isso seja, e a pessoa burra vai parar de irritá-lo tanto.
    • Lembre-se de que é muito mais fácil ser educado e simpático do que mau e sarcástico. Ser mau faz mal pro seu espírito e pros seus níveis de stress, e você estará fazendo um grande favor para seu bem-estar mental ao ser o mais simpático que puder.
  3. 3
    Evite debates inúteis. Isso tem a ver com evitar tópicos polêmicos. Se a pessoa burra acaba levantando um tópico polêmico e divide com todos sua opinião idiota sobre o assunto, resista à vontade de provar que a pessoa está errada. Seja educado, diga algo como "Cada um tem suas opiniões", ou "que interessante", sem mencionar que você discorda completamente. Então, mude o assunto ou peça licença para sair da conversa.
    • Não há absolutamente razão alguma em entrar num debate com uma pessoa burra, mesmo se você achar que isso irá deixá-lo temporariamente aliviado.
  4. 4
    Controle suas emoções. Pessoas estúpidas são profissionais em deixar todo mundo ao seu redor incomodado ou irritado. Mas de agora em diante, você não vai deixá-las afetarem você desta forma -- não há razão para isso. Se você quer ser a pessoa dominante na conversa, então você tem que ficar frio; controlar suas emoções é ser inteligente. Você não quer ficar parecido com o idiota só porque você não consegue controlar o que sente.

    • Seja paciente. Pode demorar um pouco mais pra uma pessoa burra entender as coisas. Não fique irritado ou frustrado logo de cara -- dê à pessoa uma chance.
    • Se você se sentir ficando irritado com algo que a pessoa está dizendo, apenas repita na sua mente como um mantra "esta pessoa é estúpida, esta pessoa é estúpida, esta pessoa é estúpida", até que você se toque de que não há razão para se importar com o que a pessoa está dizendo.
    • Se você estiver muito irritado, faça uma contagem regressiva de 50 a 0, conte sua respiração, ou saia para caminhar -- faça o que for necessário pra você se acalmar antes de ter que encarar a pessoa de novo -- se é que você terá que fazê-lo.
    • Não dê a um burro a satisfação de saber que ele tem tanto poder sobre você. Se ele perceber que te afeta tanto, ele vai se sentir a pessoa mais inteligente da conversa.
  5. 5
    Peça a eles para clarificarem suas opiniões com fatos. Se você está realmente frustrado com um imbecil, então você pode fazê-lo parar de falar pedindo para que ele apoie sua opinião com fatos. É provável que essa pessoa tenha um monte de ideias que ele não consegue embasar. Pedir que ele ou ela faça isso irá fazê-lo (la) parar de falar besteira. Aqui vão algumas coisas educadas para se dizer para fazer a pessoa parar de falar:

    • "Ah, sério? Onde você leu isso?"
    • "Você está realmente falando sobre o artigo que saiu na Folha semana passada? Porque para mim, o artigo disse algo completamente diferente..."
    • "Que interessante. Você sabe a porcentagem de pessoas que realmente são desse jeito?"
    • "É fascinante que você tenha opiniões tão fortes sobre os Estados Unidos. Quanto tempo você já morou lá? Deve ter sido bastante tempo, para ter formado uma opinião tão interessante sobre o país."
  6. 6
    Ignore-os se não há opção melhor. Se por um lado ignorar pessoas é rude e imaturo, há alguns casos nos quais esta é a melhor opção. Se você está em um grupo, por exemplo, e não quer largar suas interações sociais por causa de um idiota, você pode agir como se a pessoa não estivesse lá, ou não responder a nenhum de seus comentários. Provavelmente, se as opiniões dele são realmente idiotas, alguém vai falar isso para ele -- ou, melhor ainda, todo mundo vai ignorá-lo também.
    • Se a pessoa dirige a palavra a você com um comentário imbecil, apenas sorria e aja como se ela tivesse falado algo agradável, ao invés de entrar na conversa.
    • Ignorar um idiota não é exatamente a forma mais educada de se agir, mas é uma ótima maneira de evitar que ela fale com você.
  7. 7
    Saia de perto sempre que possível. Sair de perto é uma opção fantástica, sempre que possível. Claro, você não pode simplesmente sair de perto de um patrão idiota, a não ser que queira colocar seu emprego em risco, mas você pode sair de perto de um imbecil aleatório que está gritando com você no mercado, ou sair de um lugar onde um idiota está apenas tentando irritá-lo. Sair de perto também é uma ótima forma de se acalmar, caso comece a ficar irritado.
    • Apenas diga, "Com licença, preciso ir", se o idiota é um pouco mais razoável, ou simplesmente saia de perto sem dizer nada se não há razão em se explicar.

Parte 3 de 3: Não Deixe que Eles Afetem Você

  1. 1
    Não leve pro lado pessoal. Pode ser quase impossível não levar para o lado pessoal algo realmente idiota, especialmente se foi dito numa tentativa de magoar você. Entretanto, se você realmente quer lidar com idiotas, a melhor forma de se fazer isso é não deixando que eles o afetem, e aprender a deixar qualquer coisa que eles disserem entrarem por um ouvido e saírem pelo outro. Se você levar para o lado pessoal e se ofender, você está dando ao idiota um poder que ele não precisa ter. Apenas lembre-se de que essas pessoas são idiotas, e que suas opiniões não deveriam importar para você.
    • Seu senso de valor próprio não pode ser ditato pelas opiniões de alguém cuja inteligência você nem ao menos respeita. Lembre-se disso na próxima vez que um idiota tentar fazê-lo se sentir inferior.
  2. 2
    Reconheça as forças deles (se tiverem alguma). Tentar ser positivo e dar ao idiota o benefício da dúvida é outra excelente tática para não deixar um idiota afetá-lo. Claro, talvez seu chefe não seja tão bom na hora de se comunicar, mas pense em tudo de positivo que ele fez para sua empresa. Talvez sua cunhada seja uma imbecil na hora de não revelar suas informações pessoais em público, mas ela é incrível na hora de fazer você se sentir melhor quando teve um dia ruim.
    • Lembre-se de que a maioria dos idiotas não é de todo mal, e que eles tem algumas qualidades também. É uma ótima coisa a se lembrar se você quer manter sua sensatez por perto de idiotas, especialmente se você está falando de alguém com quem terá que conviver bastante, por estudarem ou trabalharem juntos.
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    Não reclame deles para outras pessoas. Claro, seu colega de trabalho ou aminimigo pode ter dito algo tão estúpido que você sente uma vontade profunda de contar aquilo pras dez pessoas mais próximas de você. Você pode até mesmo querer enviar um e-mail ou mensagem de texto para todo mundo, falando sobre todos os detalhes da estupidez dessa pessoa. Mas o que isso traria de bom? Claro, as pessoas vão concordar com você e concordar que a pessoa é idiota, mas no fim, isso apenas fará de você uma pessoa mais amarga, irritada, frustrada e incomodada.
    • E para piorar, isso dará ao idiota ainda mais poder -- se você realmente sabe que essa pessoa é idiota e irritante, então você não deveria gastar tanto tempo se preocupando com o que ele ou ela disse, certo?
    • Se o que a pessoa disse realmente incomodou você, você pode falar sobre isso com um amigo próximo, mas não deixe que isso vire uma obsessão ou que acabe com seu dia.
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    Seja respeitoso sempre que possível. Isso pode parecer impossível frente a tanta estupidez, mas é precisamente por isso que você deve ser o mais respeitoso possível com uma pessoa que é profundamente idiota. Trate a pessoa como a Rainha da Inglaterra ou o presidente da sua empresa, se precisar. Tratar a pessoa como um ser humano que merece respeito fará de você alguém melhor -- e encorajará a pessoa a agir de uma forma mais digna no futuro.
    • Resista ao primeiro impulso. Claro, você pode ter a resposta sarcástica perfeita para o que foi dito, mas você deve se lembrar sempre de que não vai a lugar nenhum dizendo aquilo.
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    Seja grato por todas as pessoas inteligentes na sua vida (incluindo você!).Lidar com idiotas no dia a dia fará você se sentir mais grato por todas as pessoas calmas, racionais e inteligentes que você conhece. Se você se sente constantemente incomodado com a idiotice alheia, é porque você provavelmente tem um grupo muito inteligente de amigos e familiares, e que você tem um padrão muito alto no que se refere à inteligência dos outros.
    • Ao invés de se frustrar com a burrice de alguém, lembre-se de que você tem sorte de ter uma namorada, melhor amigo, mãe ou amigos tão inteligentes. Isso fará você ser grato pelas pessoas positivas na sua vida, ao invés de deixar os idiotas afetarem você.
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Dicas

  • Isole-se da pessoa, se necessário.
  • Não entre em conversas; fale somente o necessário para que a pessoa lenta entenda.
  • Sempre mantenha a calma.
Fonte: http://pt.wikihow.com/Lidar-com-um-Idiota

VIAJES: PIRINEOS

  1. Sallent de Gállego
    Municipality in Spain
  2. Sallent de Gállego is a municipality located in the province of Huesca, Aragon, Spain. The town is located in the central Pyrenees besides the reservoir of Lanuza on the foot of some of the highest ... Wikipedia
  3. Elevation1,350 m
  4. Local timeSunday 3:16 PM

Adios Patch! Adios Robin!


sábado, 16 de agosto de 2014

SUDAMERICANISMOS EM CAMPANHA: Vote no Aécio ou na Marina. MAS FAÇA VALER SEU DIREITO! VOTE!

Pesquisa Datafolha aponta que 61% dos brasileiros são contra o voto obrigatório e 57% não votariam se tivessem essa opção; desencanto com a política está expresso na alta porcentagem de eleitores que pretendem votar branco ou nulo nas próximas eleições; "A preferência nas pesquisas pelo voto nulo, pelo voto em branco, é uma tragédia nacional! É o descontentamento com as lideranças", diz o senador Cristovam Buarque (PDT-DF); rejeição é maior entre os mais ricos e escolarizados; voto facultativo, diz a pesquisa, favoreceria o PT
Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/poder/139369/Eleitor-n%C3%A3o-quer-votar-Trag%C3%A9dia-diz-Cristovam.htm

Sudamericanismos Opina: Me atrevo a provocar; tenho ouvido muitos migrantes justificarem que nao podem votar porque não transferiram seu título... ora, enquanto não encararmos a politica como parte de nosso desenvolvimento, seja em qualquer ambito, o Brasil não sairá do atoleiro que nos impede de viver em uma nação mais justa e igual para todos. COMPROMETA-SE! Se não transferiu o título, vá a sua cidade natal e VOTE!
Voce vive no pais que voce constroi. Se voce não constroi nada, não pode reclamar direito algum.
Ou então, assuma a sua LENIENCIA, mas faça a suas malas e vá embora para bem longe daqui. 

miércoles, 13 de agosto de 2014

SUDAMERICANISMOS - Luto por Eduardo. Mais um homem bom que se foi...


sábado, 9 de agosto de 2014

75% DE PESSIMISTAS!


Governo é velho, carcomido e arcaico, dispara Aécio

Candidato chegou até a elogiar o governo Lula para fazer críticas à presidente Dilma 
O senador Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, respondeu nesta sexta-feira (8) a declarações feitas por sua principal rival, a presidente Dilma Rousseff (PT), e afirmou que o pessimismo no ambiente econômico não é em relação ao Brasil, mas sim por conta da gestão da petista nos últimos três anos e meio.
— Dilma diz que a responsabilidade pelo clima é dos pessimistas. Então somos 75% de pessimistas. Não é em relação ao Brasil, mas em relação a esse governo que fracassou na gestão da economia. Lamento que ela coloque palavras na boca dos adversários. Talvez por não ter o que propor. O velho, o carcomido e o arcaico é o que estamos observando no plano federal
Leia mais em: http://noticias.r7.com/eleicoes-2014/governo-e-velho-carcomido-e-arcaico-dispara-aecio-08082014

ADEUS PT? APAGUE A LUZ AO SAIR, POR FAVOR!

Ibope: Com 36%, Dilma tem a maior taxa de rejeição entre presidenciáveis

Do UOL, em São Paulo
Apesar de liderar a corrida presidencial, a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), possui a maior taxa de rejeição entre os concorrentes, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (7).
Ao todo, 36% declararam que não votariam em Dilma de jeito nenhum; 15% não votariam em qualquer hipótese em Aécio Neves (PSDB); 11% em Pastor Everaldo (PSC); 10% em Zé Maria (PSTU) e 9% em Eduardo Campos (PSB). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A rejeição de Levy Fidelix (PRTB) e de Eymael (PSDC) foi de 8% cada. Luciana Genro (PSOL) tem 7% de rejeição, assim como Mauro Iasi (PCB). Rui Pimenta (PCO) tem 6¨% de rejeição e Eduardo Jorge (PV), 5%.

Pesquisa anterior

Na pesquisa divulgada pelo Ibope em 22 de julho, a taxa de rejeição de Dilma era de 36%, de Aécio, 12%, de Everaldo, 11%, Zé Maria, 9%, e Campos, 8%,
Quanto às intenções de voto, Dilma aparece com 38%, seguida de Aécio, com 23%, e Campos (PSB), com 9%, na pesquisa divulgada hoje. De acordo com o Ibope, se o segundo turno das eleições ocorresse hoje, Dilma venceria Aécio e Campos.
Ao todo, 2.506 pessoas foram entrevistadas pelo Ibope entre o último domingo (3) e esta quinta-feira (7). A pesquisa foi contratada pela Globo e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-00308/2014.